Eu busco minha inspiração nas mais diversas, coisas. Dessa vez eu a consegui em um comercial do Canal Futura. Eu costumava assistir a esse canal antes de tirarem-no da programação de TV aberta. Era bem educativo, eu aprendia muito. Pois bem, o comercial fala que o que move o mundo não são as respostas, são as perguntas. E se pararmos para refletir, isso é a mais pura verdade.
Tudo o que nos cerca, tudo o que nos faz pensar, tudo que nos faz viver são as perguntas. Se todos tivéssemos respostas para tudo, ninguém precisaria ler, ver televisão, amar, sofrer, ter amigos, discutir, perguntar.
O que seria da vida sem as perguntas? O que seria da nossa infância? Já que esta está praticamente toda baseada em perguntas. Seja uma pergunta besta sobre o significado de uma palavra ou algo mais complexo como o dia em que cada um de nós deve nascer, por que o céu é azul... Já descobrimos que ele é azul porque reflete o mar. Mas e o dia em que nascemos? Somos nós que escolhemos, Deus? Ou simplesmente o destino de cada um de nós está realmente "escrito nas estrelas"? Existe destino ou a vida é um conjunto de coincidências? Cada um acredita no que quer, criam-se outras teorias, e tudo pode ser como lhe convém. Mas e a verdade? Alguém realmente a conhece, domina, alguém realmente sabe?
Todos passam então a buscar respostas, não sobre isso, mas sobre tudo. Com o tempo surgem várias, algumas mais prováveis que as outras, mas há sempre mais de uma opção. Opções que só nos deixam mais questões a serem resolvidas. E buscamos respostas.
Agora me diga: e se as respostas já estivessem ali?
Se as respostas já estivessem ali não haveria razão, motivo, não haveria vida.
Um dia, essas dúvidas que nós temos agora já terão sido resolvidas. Mas sempre existirão outras perguntas, outras respostas a serem procuradas. Sempre existirá algo que nos impulsiona, sempre existirá um por quê. Por mais que esse demore a ser encontrado.
Goodbye, Strangers.
domingo, junho 28
terça-feira, junho 23
O amor não é cego, ele vê até demais.
Acho que ele enxerga tão bem que acaba realçando demais as qualidades, de maneira que os defeitos se tornam imperceptíveis, não-importantes.
Lógico que em alguns momentos eles parecem ser tudo que a pessoa tem, e daí vocês começam a brigar, brigar eternamente. Mas logo depois fazem as pazes e simplesmente esquecem dos tais defeitos que antes de atormentavam tanto, elas somem ao ouvir aquelas três palavras, o clássico "Eu amo você."
Por que eu ainda não descobri. Mas eu sei que parece mágica. Certo, é mágica.
E as pessoas dizem que o amor é cego. Como ele seria cego, se vemos aquela pessoa que amamos como o ícone de nossa felicidade, como uma caixa com as melhores qualidades? Acho que o amor em si apenas abre nossos olhos para as coisas boas, abre os nossos olhos para o que nós queremos realmente ver.
Goodbye, Strangers.
Lógico que em alguns momentos eles parecem ser tudo que a pessoa tem, e daí vocês começam a brigar, brigar eternamente. Mas logo depois fazem as pazes e simplesmente esquecem dos tais defeitos que antes de atormentavam tanto, elas somem ao ouvir aquelas três palavras, o clássico "Eu amo você."
Por que eu ainda não descobri. Mas eu sei que parece mágica. Certo, é mágica.
E as pessoas dizem que o amor é cego. Como ele seria cego, se vemos aquela pessoa que amamos como o ícone de nossa felicidade, como uma caixa com as melhores qualidades? Acho que o amor em si apenas abre nossos olhos para as coisas boas, abre os nossos olhos para o que nós queremos realmente ver.
Goodbye, Strangers.
domingo, junho 21
Dúvidas.
Todos, mesmo aqueles que se dizem sábios e acima do céu e da terra, temos. Algumas dúvidas são simples, que podemos resolver com uma pergunta. Outras dúvidas nos atormentam o tempo todo, dúvidas que ninguém além de nós mesmos podemos tirar, visto que são dúvidas sobre o futuro.
Talvez não seja nem uma dúvida e, sim, um certo medo. Afinal, todos nós temos medo. Medo do incerto, medo de altura, medo do escuro.
Acho que o medo seria um dos maiores motivos na vida. Até mesmo quando nos apaixonamos, o medo está presente. Medo de perder alguém, medo de não ser bom o suficiente. E quando a pessoa já lhe provou tudo isso, você se sente protegido. Mas protegido de que, exatamente? Do mundo.
As pessoas têm medo do mundo. E talvez algumas sejam tão loucas e desinibidas porque são do tipo que vence o medo. Há outras que se escondem do medo, fogem dele.
Eu diria que fico junto com a massa, em um meio termo. Nem vou correndo enfrentá-lo, nem fico correndo na direção oposta. É certo que não fico parada, esperando que ele chegue mais perto, até que eu seja obrigada. Eu tento me esconder, mas mais cedo ou mais tarde eu desisto e resolvo encarar. Daí eu só desabo, pioro.
Mas faz bem, me ensina coisas. Eu não fico mais amedrontada como antes, receosa, sim. Mas nada que não faça parte de aprender a ser gente.
Goodbye, Strangers.
Talvez não seja nem uma dúvida e, sim, um certo medo. Afinal, todos nós temos medo. Medo do incerto, medo de altura, medo do escuro.
Acho que o medo seria um dos maiores motivos na vida. Até mesmo quando nos apaixonamos, o medo está presente. Medo de perder alguém, medo de não ser bom o suficiente. E quando a pessoa já lhe provou tudo isso, você se sente protegido. Mas protegido de que, exatamente? Do mundo.
As pessoas têm medo do mundo. E talvez algumas sejam tão loucas e desinibidas porque são do tipo que vence o medo. Há outras que se escondem do medo, fogem dele.
Eu diria que fico junto com a massa, em um meio termo. Nem vou correndo enfrentá-lo, nem fico correndo na direção oposta. É certo que não fico parada, esperando que ele chegue mais perto, até que eu seja obrigada. Eu tento me esconder, mas mais cedo ou mais tarde eu desisto e resolvo encarar. Daí eu só desabo, pioro.
Mas faz bem, me ensina coisas. Eu não fico mais amedrontada como antes, receosa, sim. Mas nada que não faça parte de aprender a ser gente.
Goodbye, Strangers.
sexta-feira, junho 19
Ódio.
Quatro letrinhas que podem acabar com o dia de alguém, a semana, o ano, às vezes até a vida.
Não, no momento eu não estou possessa nem nada do gênero. Estou indignada, mas isso não tem nada a ver com o texto.
Certo, agora eu me odeio por não fazer ideia de sobre o que escrever, mas eu preciso.
Acho que vou tentar voltar com o tópico do ódio, de como ele pode fazer a diferença.
Diferentemente do que as pessoas dizem, eu não acho que o ódio faz tanto mal a quem o sente, certo que não é bom. Mas deve ser muito pior saber que uma pessoa deseja com todas as forças dela que você se foda sem que você tenha feito nada de mais a ela, bom, pelo menos não que você saiba.
Acho que esse é um dos problemas das pessoas amarem alguém platônica e desesperadamente, e o pior, em silêncio. Você passa a odiar qualquer um que se aproxime, qualquer um que roube o lugar que é seu por direito, por mais que seja só em sua mente, nos seus sonhos mais íntimos.
Isso me lembra do ano passado. Eu odiei pessoas que nem nunca falaram comigo, nunca me ofenderam nem me deram um motivo ordinário que fosse para odiá-las. Mas eu odiei. Certo, talvez na minha cabeça elas tenham me dado motivos ordinários, motivos sérios. Eu era meio louca.
E, sabe, voltando ao começo do assunto, odiá-la me fez mal, sim. Porque além de amar um loucamente, eu tinha que me preocupar em odiar com todas as forças os que se aproximavam. Com o tempo, eu acabei transformando aquela obsessão que eu sentia, porque amor não era, em um certo ódio dele. Ódio por ele não me "amar" como deveria, ódio por ele nem ligar pra minha existência.
Estranho pensar que eu odiei várias pessoas sem elas terem me feito nada, que eu odiei várias pessoas sem elas nem saberem, pessoas com quem eu nem trocava palavras.
E no final de tanto ódio, quem estava um caco no final do ano era eu, que teve o final infeliz ali fui eu, quem teve um ano de merda fui eu.
Tudo bem que na minha história, eu deveria ser a mocinha com o final feliz. Mas e se naquele período de tempo eu fui mais é uma vaca? Porque é o que me parece. Não uma vaca. Mas se quem estivesse narrando isso tudo fosse quem eu odiei... eu seria a pessoa má, não?
E ela provavelmente estaria sofrendo horrores por ser odiada.
Acho que não existem mocinhas e vilões na vida real, existe quem conta a história, existe quem é odiado e quem odeia... Existem pessoas que ficam sofrendo em vão enquanto outras estão tendo um pouco de alegria.
Então, talvez o ódio não faça mal, nem bem. Só seja parte disso tudo.
Goodbye, Strangers.
Não, no momento eu não estou possessa nem nada do gênero. Estou indignada, mas isso não tem nada a ver com o texto.
Certo, agora eu me odeio por não fazer ideia de sobre o que escrever, mas eu preciso.
Acho que vou tentar voltar com o tópico do ódio, de como ele pode fazer a diferença.
Diferentemente do que as pessoas dizem, eu não acho que o ódio faz tanto mal a quem o sente, certo que não é bom. Mas deve ser muito pior saber que uma pessoa deseja com todas as forças dela que você se foda sem que você tenha feito nada de mais a ela, bom, pelo menos não que você saiba.
Acho que esse é um dos problemas das pessoas amarem alguém platônica e desesperadamente, e o pior, em silêncio. Você passa a odiar qualquer um que se aproxime, qualquer um que roube o lugar que é seu por direito, por mais que seja só em sua mente, nos seus sonhos mais íntimos.
Isso me lembra do ano passado. Eu odiei pessoas que nem nunca falaram comigo, nunca me ofenderam nem me deram um motivo ordinário que fosse para odiá-las. Mas eu odiei. Certo, talvez na minha cabeça elas tenham me dado motivos ordinários, motivos sérios. Eu era meio louca.
E, sabe, voltando ao começo do assunto, odiá-la me fez mal, sim. Porque além de amar um loucamente, eu tinha que me preocupar em odiar com todas as forças os que se aproximavam. Com o tempo, eu acabei transformando aquela obsessão que eu sentia, porque amor não era, em um certo ódio dele. Ódio por ele não me "amar" como deveria, ódio por ele nem ligar pra minha existência.
Estranho pensar que eu odiei várias pessoas sem elas terem me feito nada, que eu odiei várias pessoas sem elas nem saberem, pessoas com quem eu nem trocava palavras.
E no final de tanto ódio, quem estava um caco no final do ano era eu, que teve o final infeliz ali fui eu, quem teve um ano de merda fui eu.
Tudo bem que na minha história, eu deveria ser a mocinha com o final feliz. Mas e se naquele período de tempo eu fui mais é uma vaca? Porque é o que me parece. Não uma vaca. Mas se quem estivesse narrando isso tudo fosse quem eu odiei... eu seria a pessoa má, não?
E ela provavelmente estaria sofrendo horrores por ser odiada.
Acho que não existem mocinhas e vilões na vida real, existe quem conta a história, existe quem é odiado e quem odeia... Existem pessoas que ficam sofrendo em vão enquanto outras estão tendo um pouco de alegria.
Então, talvez o ódio não faça mal, nem bem. Só seja parte disso tudo.
Goodbye, Strangers.
sexta-feira, junho 5
Estado de choque.
Sabe quando você fica em estado de choque? Sem muita ação, quem dirá reação. Bom, hoje eu provei disso. Recebi uma ligação pela qual eu vinha esperando há um tempo, mas acho que pelo fato de ter sido uma surpresa, eu fiquei chocada, sem ação, despreparada para as reações que viria a ter. Eu sei que uma delas foi ficar com a boca meio caída, os olhos brilhando, eu estava feliz. Mas se eu estava tão feliz assim, por que minha voz estava tão sóbria, tão séria e fria? Não sei, talvez tenha sido o choque, a não espera, a surpresa. Talvez tenha sido porque eu tive logo uma notícia ruim no começo da ligação, talvez tenha sido porque não tive muito tempo para me acostumar com a ideia. Não sei qual foi o motivo, só sei que agora fico pensando se a primeira impressão que teve de mim, ou pelo menos do meu estado chocado, foi boa. Não sei, não sei mesmo.
Só sei que se eu soubesse, teria feito tudo diferente, teria procurado demonstrar todo esse amor que eu tenho armazenado, guardado, comprimido, implorando para sair. Teria sido algo bonitinho e não algo parado, distante e frio.
Quero ter a chance de fazer de novo, sem estar chocada, quero estar feliz e amorosa, como eu sou sempre. Não sei que impressão eu passei, estava boba e entorpecida demais para notar, torço para que tenha sido boa. Mas eu ainda continuo chocada.
Goodbye, Strangers.
Só sei que se eu soubesse, teria feito tudo diferente, teria procurado demonstrar todo esse amor que eu tenho armazenado, guardado, comprimido, implorando para sair. Teria sido algo bonitinho e não algo parado, distante e frio.
Quero ter a chance de fazer de novo, sem estar chocada, quero estar feliz e amorosa, como eu sou sempre. Não sei que impressão eu passei, estava boba e entorpecida demais para notar, torço para que tenha sido boa. Mas eu ainda continuo chocada.
Goodbye, Strangers.
quinta-feira, junho 4
Frio.
Ah, finalmente ele chegou! Foram longos meses de espera desde que começou a esquentar. É certo que o que me irrita mais é o auge do verão, quando está quente e você se vê obrigado a sair quase pelado sendo que seu calor não diminui; quando está quentinho, é agradável. Mas o meu tão querido e esperado frio chegou, ainda não é inverno, mas ele definitivamente chegou mais cedo esse ano.
O que mais me agrada do frio são as formas de afastá-lo.
Primeiro: ficar fingindo de estátua naquele sol que faz cócegas - é o meu meio preferido.
Segundo: ficar abraçando as pessoas, principalmente aquelas de quem você gosta, para trocar calor humano.
Terceiro: passar o dia todo embaixo das cobertas vendo TV.
Quarto: passar o dia inteiro debaixo das cobertas com uma outra pessoa.
Quinto: você pode beber de tudo quente, e a sensação daquilo descendo é maravilhosa.
Sexto: ficar abraçado com alguém no sol.
Sétimo: vestir trocentos e oitenta e oito casacos até perder o movimento dos braços.
Oitavo: assoprar nas mãos para esquentá-las.
Nono: poder esticar a manga do casaco sem pessoas te enchendo o saco.
Décimo: se encolher todo e deixar só os olhos de fora.
Adoro também o simples fato de estar frio, de eu poder vestir trocentas peças de roupa, fechar os olhos e senti-los gelados, ver a fumaça que sai da minha boca quando eu falo, colocar a mão dentro da roupa para esquentá-la e sentir aquele choque. Ah, eu adoro tudo no frio.
É claro que ele deixa uma enorme moleza, alguns dedos duros, o nariz ardendo. Mas eu acho que tudo isso vale a pena, nem que seja pelos três minutos em que você fica naquele sol gostoso, sem começar a suar ou a implorar por sombra e água fresca.
Goodbye, Strangers.
O que mais me agrada do frio são as formas de afastá-lo.
Primeiro: ficar fingindo de estátua naquele sol que faz cócegas - é o meu meio preferido.
Segundo: ficar abraçando as pessoas, principalmente aquelas de quem você gosta, para trocar calor humano.
Terceiro: passar o dia todo embaixo das cobertas vendo TV.
Quarto: passar o dia inteiro debaixo das cobertas com uma outra pessoa.
Quinto: você pode beber de tudo quente, e a sensação daquilo descendo é maravilhosa.
Sexto: ficar abraçado com alguém no sol.
Sétimo: vestir trocentos e oitenta e oito casacos até perder o movimento dos braços.
Oitavo: assoprar nas mãos para esquentá-las.
Nono: poder esticar a manga do casaco sem pessoas te enchendo o saco.
Décimo: se encolher todo e deixar só os olhos de fora.
Adoro também o simples fato de estar frio, de eu poder vestir trocentas peças de roupa, fechar os olhos e senti-los gelados, ver a fumaça que sai da minha boca quando eu falo, colocar a mão dentro da roupa para esquentá-la e sentir aquele choque. Ah, eu adoro tudo no frio.
É claro que ele deixa uma enorme moleza, alguns dedos duros, o nariz ardendo. Mas eu acho que tudo isso vale a pena, nem que seja pelos três minutos em que você fica naquele sol gostoso, sem começar a suar ou a implorar por sombra e água fresca.
Goodbye, Strangers.
segunda-feira, junho 1
Tédio.
Não sou do tipo de pessoa que gostuma ficar entediada por longos períodos, normalmente qualquer coisinha boba me anima, qualquer exercício me desperta, qualquer coisa. Mas a hoje tudo em que consegui pensar foi "Que saco!". Talvez fosse a ansiedade para fazer a prova, prova na qual nem fui tão bem assim.
Não sei de onde surgiu essa palavra, tédio. Só sei que ela nos persegue frequentemente. Às vezes é uma delícia ficar no tédio, pensando em nada, simplesmente respirando. Agora, quando você precisa estar no seu estado normal, que seria alegre, ou pelo menos vivo, é difícil. Hoje tudo que eu mais precisava era ser eu, mas estava estranha de novo, estava entediada e estava carente.
Volte e meia eu sinto falta de determinadas pessoas, as que tenho aqui não me bastam. Mas acho que principalmente pelo fato de estar apaixonada, as coisas ficam mais complicadas, sem sentido, quando aquela pessoa não está perto. Bom, tenho notícias para mim mesma, ele quase nunca vai estar perto.
Talvez tenha estado tão cansada porque não dormi bem, porque o principal assunto do dia era um saco. Mas não era só isso, eu me senti meio jogada, a quem.
Sinceramente, eu não sei. Só sei que odeio o tédio. Ele me contagia de tal forma que eu mesma me irrito. Daí prefiro calar, fingir de morta.
Goodbye, Strangers.
Não sei de onde surgiu essa palavra, tédio. Só sei que ela nos persegue frequentemente. Às vezes é uma delícia ficar no tédio, pensando em nada, simplesmente respirando. Agora, quando você precisa estar no seu estado normal, que seria alegre, ou pelo menos vivo, é difícil. Hoje tudo que eu mais precisava era ser eu, mas estava estranha de novo, estava entediada e estava carente.
Volte e meia eu sinto falta de determinadas pessoas, as que tenho aqui não me bastam. Mas acho que principalmente pelo fato de estar apaixonada, as coisas ficam mais complicadas, sem sentido, quando aquela pessoa não está perto. Bom, tenho notícias para mim mesma, ele quase nunca vai estar perto.
Talvez tenha estado tão cansada porque não dormi bem, porque o principal assunto do dia era um saco. Mas não era só isso, eu me senti meio jogada, a quem.
Sinceramente, eu não sei. Só sei que odeio o tédio. Ele me contagia de tal forma que eu mesma me irrito. Daí prefiro calar, fingir de morta.
Goodbye, Strangers.
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